Chico Ferreira

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terça-feira, 3 de maio de 2016

Renúncia é golpe de Lula


     
A presidente Dilma não está jogando a tolha por acaso. A tese da renúncia, antecipada ontem pelo jornal O Globo, não tem nada de espírito público nem ela está preocupada em buscar uma saída para a crise que o País enfrenta. Na verdade, é uma jogada política. Foi o ex-presidente Lula que botou na cabeça dela.
Antecipar eleição a esta altura, com o impeachment da presidente em processo irreversível no Senado, só interessa a Dilma, a Lula e ao PT. Mesmo envolvido na Lava Jato e correndo o risco de ser preso a qualquer momento, o ex-presidente acha que ainda é a bala que matou Kenedy, ou seja, que continua blindado. Mas os tempos são outros. Ele ainda aparece bem nas pesquisas por falta de uma liderança nacional competitiva.
Mas ao longo da campanha, se resistir à espádua implacável do juiz Sérgio Moro, despenca e não se elege. O País cansou de ser enganado. Lula é, hoje, um homem rico, que engana o pobre e os “trouxas” com um discurso mentiroso e populista. Renunciando, Dilma coloca nas ruas a candidatura de Lula no dia seguinte.
Mas a sua tese não prospera, porque a Constituição diz que a vacância do cargo se configura mediante também a renúncia do vice. Michel Temer não é bobo, não vai cair nunca nesta armadilha. Dilma, Lula e o PT, se isso não fosse suficiente, precisam entender que perderam a força que tinham no Congresso. A era petista acabou. Para se aprovar uma PEC antecipando as eleições, como proporia Dilma em sua fala, são precisos dois terços dos votos na Câmara.
O Governo só tem hoje 137 votos, tamanho do placar do impeachment na Câmara, aprovado por 367 votos. Com uma base tão fragilizada e insignificante, não consegue aprovar mais nem sequer voto de aplauso quanto mais uma PEC de impacto, como antecipação de eleição. Isso é resultado de uma gestão claudicante, que levou o País à beira do abismo, jogando 11 milhões de trabalhadores na rua da amargura.
De acordo com a última pesquisa do Datafolha, 68% dos brasileiros apoiam a destituição de Dilma. A presidenta tem muitos elementos contra ela: uma Câmara hostil, índices de popularidade mínimos, protestos contra o PT, uma economia em baixa e, como se não bastasse, o vendaval do caso Petrobras. A investigação de corrupção na petrolífera estatal atinge seu predecessor Lula, que ela mesma tentou nomear ministro, mas a justiça não permitiu. Para o bem do País!
LÍDER DESMENTE – O líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT), negou, ontem, em São Paulo, onde passou o dia, que a presidente Dilma venha a fazer um pronunciamento na próxima sexta-feira para anunciar sua renúncia e ao mesmo tempo encaminhar ao Congresso uma mensagem propondo a antecipação das eleições presidenciais. “Se ela vier a anunciar uma PEC – Proposta de Emenda Constitucional – isso se dará sem a renúncia dela”, diz.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

GOLPISTAS TÊM O AVAL DA SUPREMA CORTE



Atualmente, com a entrada da política partidária no Supremo Tribunal Federal e a imparcialidade do juiz Sérgio Moro nas investigações da Operação Lava Jato, o Brasil deixou de ser uma “Pátria amada e idolatrada”, principalmente com intenção de Michel Temer, com apoio de Eduardo Cunha, Aécio Neves e Fernando Henrique instalar um “governo paralelo” com a nomeação de ministros e tudo mais, ferindo a Constituição Federal que não permite tal ato de conspiração, numa clara confirmação de “golpe de Estado” antes do afastamento definitivo da Dilma.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Celso Melo deveriam ser afastados dos seus cargos por virem desonrando a Suprema Corte, ferindo o Código de Ética da Magistratura, se posicionando, publicamente, em favor do impeachment, por meio da grande imprensa. Essa atitude medíocre dos citados ministros do Judiciário merece censura do Conselho Nacional dos Juízes, visto que, na sua infantilidade, eles estão, contra a Constituição, antecipando sua posição em favor do impeachment antes de a Presidente Dilma ser julgada. Em contrapartida, eles defendem a nomeação de Eduardo Cunha para assumir a Presidência da República, ocupando o lugar da Dilma caso o Temer não tenha condições de usurpar a Presidência.

SOBRADINHO: PSC LANÇA CELSO FILHO COMO PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO










O  Partido  Social  Cristão (PSC),  lançou  na  noite  desta  segunda-feira (02), Celso  Filho como  pré-candidato  a  prefeito de  Sobradinho. O evento  teve  a  presença  de  filiados  e  admiradores  do  partido,  veio prestigiar  o  pré-candidato do  PSC,  o  vereador  Gerônimo  o  mais  novo  filiado  do  partido. Para o  pré-candidato  do Partido Social Cristão (PSC)  todos  os  ex-prefeitos  deram  a  sua  contribuição  para  o  município,  mas  agora  chegou  a  sua  vez,  pois  o  seu  partido,    tem  um  programa  de  governo  muito  importante  para  Sobradinho.  Segundo  Celso,  a  decisão  de  ser  pré-candidato  a  prefeito,  não  é  foi  por  acaso,  mas  porque  tem  projetos  significativos  para  todas  as  áreas  sociais  que  vão  abranger  grande  parte  da  população.  Gerônimo  reforçou  as  palavras  de  Celso,  e  disse:  eu  estou  ao  seu  lado  e  darei  todo  apoio  ao  seu  projeto  administrativo,  pois  Sobradinho  precisa  de uma  transformação,  e  o  seu  nome  é  a melhor  alternativa, para  o  crescimento do  nosso  município, concluiu  o  parlamentar. (Reportagem  de Chico Ferreira, Edição  de Imagens: Maria  Helena)

Cardozo: Impeachment terá sempre a mancha de Cunha


Mesmo com o cenário de derrota já "instalado no governo", o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, segue o trabalho de defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff.
Hoje, em entrevista à NBR, a TV do governo federal, Cardozo reforçou que a presidente não cometeu crime, que os argumentos do processo do impeachment são "pretextos" para afastá-la e que jamais o episódio ficará livre da mancha de ter sido implementado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. "O impeachment tem um pecado original do qual jamais vai se libertar; foi uma decisão ilegal e uma vingança de Cunha", afirmou Cardozo, referindo-se ao fato do peemedebista abrir o processo após não conseguir votos do PT para barrar o processo contra ele no Conselho de Ética.
Cardozo reforçou ainda o discurso de Dilma e lembrou que os decretos de suplementação orçamentária pelos quais a petista é acusada de crime de responsabilidade também aconteceram na gestão tucana de Fernando Henrique Cardoso. "O FHC passou 101 decretos com características absolutamente semelhantes da Dilma", disse. Nesse domingo, 1º, em evento pelo Dia do Trabalho, Dilma afirmou que para o tucano "não foi nenhum golpe nas contas públicas. Isso se chama ter dois pesos e duas medidas".
O advogado-geral da União disse ainda que o Brasil consagrou o sistema do presidencialismo e que afastamento por questões políticas só podem acontecer diante "de fatos extremos e graves". "Não houve má-fé e não há nada ilegal", garantiu Cardozo. "Ninguém acusa a presidente de desviar dinheiro público." Para Cardozo, o processo de impeachment fere a Constituição e ameaça a democracia. "É um desrespeito escancarado à Constituição", afirmou.

Peritos concluem que Dilma cometeu fraude fiscal


Fernanda Calgaro e Gustavo Garcia - Do G1, em Brasília
Em sessão que teve troca de farpas entre senadores, três especialistas convidados por parlamentares da oposição afirmaram nesta segunda-feira (2) à comissão especial do impeachment entender que o governo da presidente Dilma Rousseff praticou fraude fiscal, maquiou as contas públicas e cometeu crime de responsabilidade. A reunião durou cerca de dez horas.

Foram ouvidos o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo Oliveira, o professor de direito José Maurício Conti e o advogado Fábio Medina Osário. Eles foram chamados para expor seus pontos de vista sobre as acusações que pesam contra a petista.
Durante a sua exposição, Júlio Marcelo Oliveira, do TCU, afirmou que o governo praticou "fraude fiscal" e "contabilidade destrutiva". Ele integra a equipe do Ministério Público junto à Corte que opinou pela rejeição das contas do governo de 2014.
Para o procurador, "pedaladas fiscais", atrasos de repasses do Tesouro a bancos públicos para execução de despesas do governo, e a edição de decretos orçamentários sem autorização do Congresso deterioraram contas públicas.
O procurador disse, porém, não recomendar o impeachment, mas que deixaria a sua “impressão digital com tranquilidade”. “Eu colocaria a minha impressão digital com toda a tranquilidade, com toda serenidade, por uma questão pedagógica, necessária para a validade das normas constitucionais e de responsabilidade fiscal no país”, afirmou.
Por sua vez, o professor de direito financeiro da Universidade de São Paulo (USP) José Maurício Conti sustentou que o governo fez uma "maquiagem nas contas públicas". "São ilegais a edição de créditos suplementares e está tipificada a ocorrência de crime de responsabilidade, nesse aspecto", expôs Conti.

O professor também afirmou considerar que a edição, por Dilma, de R$ 2,5 bilhões em crédito extra, em 2015, sem autorização do Congresso, violou a lei orçamentária – uma das hipóteses previstas na legislação sobre impeachment para configurar crime de responsabilidade.
O presidente do Instituto Internacional de Estudos de Direito do Estado, Fábio Medina Osório, defendeu que o Senado é "soberano" para analisar, além das "pedaladas fiscais" e dos seis decretos orçamentários, o "conjunto da obra" dos fatos e denúncias que envolvem Dilma Rousseff.
O relator do caso Antonio Anastasia (PSDB-MG) já disse, em entrevista, que pretende abordarquestões reveladas pela Operação Lava Jato no seu parecer, embora não tenha detalhado como isso se dará. No entanto, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, defende que a análise dos senadores se restrinja  às "pedaladas" e aos decretos, sob pena de a defesa pleitear a anulação do processo junto ao Supremo Tribunal Federal.

Discussões
A sessão foi permeada por farpas entre a oposição e governistas. Em um dos momentos mais tensos, chegou a ser suspensa por conta de um bate-boca entre o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), e o senador Lindbergh Faria (PT-RJ).
A briga começou quando Caiado leu uma reportagem que dizia, segundo ele, que o Palácio do Planalto teria dados ordens para que fossem apagados arquivos e dados nos computadores da Esplanada para não deixar as informações à disposição de um eventual governo Temer. Lindbergh disse que ele estava mentindo e Caiado pediu para que falasse isso “lá fora”.

Durante os debates, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) acusou o procurador do TCU Júlio Marcelo Oliveira de ser “militante” da causa do impeachment, porque ele teria participado de manifestações favoráveis ao impedimento de Dilma. “Lamento você estar aqui não cumprindo um papel nobre do Ministério Público, mas um papel político”, disse Vanessa Grazziotin.
Em resposta, Oliveira negou que tenha participado de manifestações pró-impeachment e disse que a informação foi “plantada por blogs financiados por empresas estatais, que têm viés político”. “Me admira que pessoas esclarecidas do parlamento possam acreditar em fatos que não foram comprovados”, rebateu o procurador do TCU.

Defesa
Nesta terça (3), será a vez de especialistas convidados pela ala governista. No dia seguinte, a expectativa é que o relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG), apresente o seu parecer, que pode ser pela continuidade ou arquivamento do processo e deverá ser submetido à votação na sexta (6).
O parecer será, então, encaminhado ao plenário do Senado – a previsão é que seja votado no dia 11 de maio. Se for aprovada a continuação do processo, Dilma Rousseff será afastada do mandato por 180 dias e o vice, Michel Temer assume a Presidência

Justiça de SP envia a Moro pedido de prisão de Lula





Na quinta-feira, 28, a 4º Vara Criminal de São Paulo enviou ao juiz federal Sérgio Moro um pedido preventivo do ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva A notícia foi confirmada pelo site da Revista Veja na noite desta segunda-feira, 02, e rapidamente ganhou repercussão na internet. O pedido de prisão refere-se à uma investigação feita pelo Ministério Público de São Paulo sobre o tríplex no Guarujá. O apartamento teve sua compra negada por Lula e sua família, mas investigadores suspeitam que a propriedade teria sido um agrado pela influência do ex-presidente. 
Cabe agora ao juiz Sérgio Moro qual será o parecer sobre o caso que teve os autos enviados pela juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira. O mesmo juiz federal foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de investigar o líder do Partido dos Trabalhadores (PT). A proibição se deu por conta de outra investigação, a Lava Jato, que apura o dinheiro desviado da maior estatal brasileira, a Petrobrás. Não há um prazo para Moro negar ou conceder o pedido de prisão preventiva de Lula.
21h25 - Recentemente, interlocutores do ex-presidente disseram à mídia que ele pensava em desistir do cargo de Ministro da Casa Civil. O petista foi empossado no Ministério alguns dias após o MP pedir sua prisão preventiva, sendo acusado de usar o foro privilegiado para escapar da justiça. Pouco menos de uma hora de sua posse oficial, a própria justiça suspendeu o cargo e o foro dado a Lula. No entanto, no âmbito da Lava Jato ele só pode ser investigado com autorização do STF. 
21h15 -  Notícia rapidamente repercute na internet e o nome de Lula fica entre os mais comentados de sites como o Twitter. 
Veja a matéria do site da Veja:
A 4ª Vara Criminal de São Paulo remeteu ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula e a denúncia contra o petista por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica no caso do tríplex de Guarujá (SP). Os autos foram enviados pela juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira na última quinta-feira, após ela negar recursos contra a decisão na qual declinou da competência para o juízo que centraliza a Operação Lava Jato, no Paraná, proferida há mais de um mês. A posse do tríplex reformado pela construtora OAS para Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia era investigada pelo Ministério Público de São Paulo, em inquérito decorrente do caso Bancoop, e pelo Ministério Público Federal na Lava Jato. A juíza entendeu que os crimes são de âmbito federal e podem estar relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras. Caberá a Moro agora decidir se aceita a competência e acata ou não o pedido de prisão e a acusação formal. O ex-presidente também é investigado em outras frentes da Lava Jato, a apuração ocorre sob o crivo do Supremo Tribunal Federal, por causa de citações a parlamentares e ministros com foro privilegiado. Como a nomeação de Lula foi suspensa pelo Supremo, ele permanece sem a prerrogativa. (Felipe Frazão, de Brasília)

RONDESP NORTE PRENDE TRAFICANTE NO DISTRITO DE MANIÇOBA EM JUAZEIRO

Por volta da 00h e 30 minutos deste domingo, 01 de maio, Policiais Militares da RONDESP NORTE realizavam rondas no Distrito de Maniçoba quando estavam passando pela Vila São Francisco, povoado do Boqueirão, perceberam que tinha uma casa comercial aberta com movimentação de algumas pessoas bastante suspeita em virtude do horário. Eles então resolveram efetuar uma abordagem e ao se aproximarem, verificaram que um indivíduo adentrou o estabelecimento correndo, sendo feito o acompanhamento ao mesmo o qual tentou dispensar uma sacola plástica de cor cinza contendo as seguintes drogas:
109 (CENTO E NOVE) pedras de CRACK prontas para a venda; 02 (DUAS) pedras grandes de CRACK para serem processadas; 39 (TRINTA E NOVE) "petecas" de COCAÍNA, tamanho pequena; 06 (SEIS) "petecas" de COCAÍNA, tamanho grande; 01 (UMA) pedra grande de COCAÍNA para ser processada e uma BALANÇA de precisão de marca Portable Eletronic Scale. 
O indivíduo foi identificado como NASCIMENTO NELSON DA SILVA, o qual apresentou uma identidade indígena e portava R$ 4.040,00 (QUATRO MIL E QUARENTA REAIS) divididos entre os quatro bolsos do short e confessou que estava praticando tráfico de drogas, além de informar que teria um Mandado de Prisão em aberto no Município de Mirandiba-PE por plantio de maconha. Os Rondespianos, então, deram voz de prisão a NASCIMENTO NELSON DA SILVA sendo conduzido e apresentado na DEPOL conforme ocorrência nº 4267/16.

6º BPM REALIZA PRISÃO POR TRÁFICO DE DROGA

Policiais da 1ª Companhia do 6º Batalhão de Polícia Militar realizaram prisão por tráfico de entorpecentes, nesta sexta-feira (29), às 20h30, na Rua João Paulo, Bairro São Jorge, em Senhor do Bonfim.
Após abordagem, os policiais encontraram com Raimundo Neto Maciel de Sá, de 45 anos, dois pacotes totalizando, aproximadamente, 1 Kg de maconha.
O acusado foi conduzido à delegacia de Polícia Civil e autuado em flagrante.

Dilma vai renunciar e pedir novas eleições para outubro



O Globo
A derradeira semana antes de o Senado analisar o pedido de impeachment não terminará sem medidas drásticas. Ainda dispondo dos poderes de presidente, que perderá caso o processo seja aberto, Dilma Rousseff deve enviar nos próximos dias ao Congresso uma proposta de emenda constitucional que estabelece novas eleições em 2 outubro. Apesar da resistência de movimentos sociais, a ideia, defendida por um grupo de senadores, é encarada como a cartada final pelo grupo da presidente.
Dilma e ministros palacianos, como Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), concordaram com a ideia da eleição, mas a presidente ainda gostaria de conquistar o consenso dos movimentos sociais. Não há unanimidade entre os ministros, no entanto. Um deles defende que a renúncia seria a negação de todo o discurso de que o processo de impeachment é um golpe, adotado pela presidente até aqui.
Ao bunker do vice-presidente Michel Temer, que vem se preparando para assumir o cargo por 180 dias a partir do dia 11, quando o plenário do Senado decidirá o destino de Dilma, chegou a informação de que a presidente faria, na próxima sexta, um pronunciamento, em cadeia de rádio e TV, lançando a proposta de eleição direta.
Ela renunciaria ao cargo e pediria a Temer que fizesse o mesmo. A reação do vice é taxativa: a chance de ele aceitar é nula. “Seria fugir da responsabilidade. Essa, sim, é uma proposta golpista”, disse quando essa tese começou a circular, na semana passada.
O senador Paulo Paim (PT-RS), que integra o grupo defensor da antecipação do pleito, lembrou duas pré-condições: que ela e o vice-presidente Michel Temer renunciem e que o Congresso seja pressionado pelas ruas.
“Diria que no PT cresce o apoio, porque eu e os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Lindbergh Farias (PT-RJ) estamos apoiando. As pesquisas dizem que a população quer novas eleições. Se isso tudo for verdadeiro, que deixemos o povo eleger presidente e vice numa grande concertação”, disse Paim.
O petista admitiu que hoje não há 3/5 dos votos para a aprovar uma PEC, ou seja, 308 votos na Câmara e 49 votos no Senado, em duas votações em cada Casa. Basta lembrar que Dilma obteve apenas 137 votos na Câmara e não conseguiu barrar o processo de impeachment.
“Percebemos que o impeachment está caminhando e decidimos no meio do caminho encontrar uma alternativa. Claro que hoje não tem voto. Sabemos. Só é viável se houvesse um grande entendimento entre Executivo e Congresso”, disse Paim.
IMUNIDADE ESTENDIDA
Na última sexta-feira, o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, esteve com sindicalistas na capital paulista para “sentir a temperatura” desses movimentos em relação à ideia. Há resistência do MST, por exemplo.
Preocupada com o destino dos ministros mais próximos, que já estudam migrar para cargos nas administrações estaduais, a presidente programa um “colchão”. O governo vem formatando um documento legal para garantir salário e imunidade ao primeiro escalão durante o período que durar o processo no Senado. A ideia é que eles tenham quarentena de seis meses. A lei vigente hoje, de maio de 2013, já estende aos ministros a quarentena, antes restrita a diretores de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. O texto não deixa claro, no entanto, se deve haver pagamento de salário nesse período.
O afastamento do trabalho, segundo a lei, seria obrigatório para impedir que o ex-ministro atue na área que estava relacionada à sua atividade no governo. “As situações que configuram conflito de interesses envolvendo ocupantes de cargo ou emprego no âmbito do Poder Executivo federal, os requisitos e restrições a ocupantes de cargo ou emprego que tenham acesso a informações privilegiadas, os impedimentos posteriores ao exercício do cargo ou emprego e as competências para fiscalização, avaliação e prevenção de conflitos de interesses regulam-se pelo disposto nesta Lei”, diz o artigo 1º da chamada lei de quarentena.
Pelas regras, servidores obrigados a cumprir quarentena, não podem “prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a pessoa física ou jurídica com quem tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo ou emprego”. Também não podem “aceitar cargo de administrador ou conselheiro ou estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica que desempenhe atividade relacionada à área de competência do cargo ou emprego ocupado”.
A lei proíbe ainda a estes servidores “celebrar com órgãos ou entidades do Poder Executivo federal contratos de serviço, consultoria, assessoramento ou atividades similares, vinculados, ainda que indiretamente, ao órgão ou entidade em que tenha ocupado o cargo ou emprego”

Líder da comissão de impeachment doou R$ 870 mil



Do UOL
O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da comissão de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), doou à chapa onde era suplente para o Senado, em 2010, o valor de R$ 870 mil, utilizando recursos que ele não havia incluído em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral, feita no ano anterior. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a doação foi feita em 12 depósitos em espécie (com dinheiro vivo).
Já o senador alega que houve um erro de informação e que os depósitos foram feitos por meio de depósitos de cheques na boca do caixa, que foram erroneamente computados pela contabilidade de campanha como "doação em espécie". No último dia 26, o senador chegou a apresentar à reportagem cópias de cheques que teriam sido utilizados por ele para efetivar a doação, embora não tenha permitido ao UOL fotografar ou copiar os documentos.
De qualquer forma, na declaração de bens que o senador apresentou à Justiça Eleitoral em 2010, para fazer parte como suplente da chapa do então candidato Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), ele declarou um patrimônio de R$ 54,3 milhões, o que o colocou na lista dos 30 candidatos mais ricos daquela eleição. Este montante incluía imóveis, automóveis, barcos, um jatinho e ações de empresas de capital aberto, mas nenhum real em dinheiro vivo ou depositado em conta bancária.
Em entrevista ao UOL, Lira admite que não declarou à Justiça o dinheiro que tinha em casa e no banco e que foi esse capital em espécie que utilizou para financiar a própria campanha.
Com os R$ 870 mil que doou à chapa encabeçada por Rêgo Filho, ele acabou por se tornar o suplente que mais doou para a própria campanha em 2010, tendo sido responsável por 28,9% dos recursos totais declarados por sua chapa eleitoral. Além desse valor, um filho, a mulher e mais três parentes de Lira doaram para Rêgo Filho. Assim, a família Lira é responsável por cerca de 40% do dinheiro utilizado na campanha do atual presidente da comissão de impeachment.
Raimundo Lira afirma que não declarou os valores que detinha em dinheiro porque não tinha a obrigação de fazê-lo. "A Lei Eleitoral deixa a critério do candidato apresentar, na declaração, os recursos financeiros depositados em conta bancária. É prevista esta possibilidade por questão de segurança", afirmou Lira, em entrevista ao UOL. Segundo ele, o candidato poderia correr risco de assalto "se [ladrões] ficassem sabendo quanto dinheiro o cidadão guarda em casa ou no banco".
Sua afirmação não encontra unanimidade nos meios jurídicos. A reportagem questionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o assunto, que afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa: "Não há nenhuma lei que faculte aos candidatos deixar parte de seus bens de fora da lista apresentada à Justiça Eleitoral".
Alexandre Rollo, advogado e professor na pós-graduação de direito eleitoral do Instituto Damásio Educacional, também não enxerga qualquer possibilidade legal para que candidatos deixem de declarar a totalidade de seus bens para a Justiça eleitoral. "A Lei Eleitoral (9.405/97) não prevê a possibilidade de o candidato deixar de fora da declaração parte de seus bens. A declaração de bens serve para que a população tenha um controle de quanto o candidato tinha antes do mandato e quanto passou a ter após o mandato. Se ele deixa o dinheiro em espécie de fora da declaração, como poderá ser feito este controle?", indaga o jurista.
Já uma advogada eleitoralista que presta serviços a um partido político, e que por isso pediu para ter sua identidade preservada, afirma poder haver uma interpretação da lei que faça com que seja permitido ao candidato não declarar seus bens em dinheiro. "O artigo 11º da Lei 9.405/97 fala em 'declaração de bens'. Há uma interpretação possível de que dinheiro em espécie não caracteriza bem, no sentido de patrimônio. Por essa interpretação, ele não precisaria declarar dinheiro em conta", afirma a advogada.
De qualquer forma, ainda que a omissão da parte em dinheiro de seu patrimônio fosse considerada irregular, Raimundo Lira não poderia sofrer mais nenhuma punição em relação ao seu mandato. A ocultação de bens poderia configurar crime eleitoral, o que daria margem para uma ação de impugnação de mandato. A propositura de tal ação, no entanto, só poderia ter se dado em até 15 dias depois da diplomação do parlamentar no Senado.
Segundo o advogado Alexandre Rollo, porém, seria possível propor uma ação penal por falsidade ideológica, cuja pena é de um a cinco anos de reclusão. mas o advogado ressalva: "Não quero dizer que a conduta do senador se enquadra no tipo penal previsto. Seria necessário um estudo minucioso do caso para poder afirmar tal coisa. Caso fosse possível, como se trata de um senador da República, apenas o procurador-geral da União teria a competência para propor tal ação", explica o jurista.

TCU não é "babá" do governo federal, diz procurador



O procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Júlio Marcelo de Oliveira afirmou, hoje, que a função do Tribunal não é ser "babá" do governo.
Em resposta à pergunta da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o procurador confirmou que o TCU não emitiu nenhum alerta ao governo federal de que seria ilegal emitir decretos suplementares que estariam em desacordo com a meta fiscal e sem autorização do Congresso.
Os decretos fazem parte da denúncia de que a presidente Dilma Rousseff teria cometido crime de responsabilidade, o que justificaria o impeachment.
"O TCU não é babá do governo federal. Nunca foi e nem deve ser", disse Oliveira. "A gente não pode tratar o governo de maneira infantilizada. O governo só corrige suas condutas se tiver o alerta do TCU? O TCU vai se transformar na babá do governo federal."
O procurador reconheceu que o TCU pode ter cometido um erro ao não alertar o governo, mas isso não justificaria a assinatura dos decretos.
"A lei prevê os alertas. Os alertas devem ser cobrados. Mas a ausência de alerta não é justificativa para descumprimento do ordenamento jurídico brasileiro", afirmou o procurador. "Uma falha do TCU não é justificativa nenhuma para falhas dessa magnitude do governo federal", disse.
A senadora Gleisi Hoffmann também perguntou a respeito de postagens nas redes sociais feitas pelo procurador, que teria manifestado críticas ao governo e participado de protestos a favor do impeachment. Ele afirmou que suas manifestações nas redes são para "esclarecer a sociedade brasileira."
"Faço críticas ou compartilho matérias jornalísticas que apontem falhas na condução fiscal do governo porque este assunto é do meu mister, é da minha atuação, é do meu dever. O meu dever como membro do Ministério Público não é atuar apenas intragabinete", disse o procurador. "Eu sou um defensor da responsabilidade fiscal e da Constituição e é um dever esclarecer a sociedade brasileira destes conceitos."

domingo, 1 de maio de 2016

Morre o ex-prefeito de Senhor do Bonfim Paulo Machado



PAULO-2

Morreu às 22h30 dessa sexta-feira (27) ,o ex-prefeito de Senhor do Bonfim (BA), Paulo Batista Machado,  de 67 anos. Ele estava internado no Hospital da Bahia em Salvador, desde o dia 9 de abril. Seu quadro  clinico se agravou causando à sua morte. Ate o momento, o Hospital e nem familiares anunciaram a causa oficial do óbito.
Machado  também é ex- padre católico. Possui um currículo acadêmico/titulação invejável: licenciado em Filosofia, Teologia e História Mestre em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) Doutor em Educação (Ph. D) Université du Québec á Montréal (UQAM) Montréal – Canadá , Pós-Doutor em Educação pela Universidade Federal da Bahia.
Atualmente era integrante do Partido Social Liberal (PSL). Paulo Machado foi prefeito da cidade, entre 2009 e 2012. Ele era casado com Neuza Dione Machado e deixa seis filhos.

Sérgio Moro quer acabar com a Operação Lava Jato para não prender Cunha e os 250 parlamentares do PMDB e PSDB que respondem por crimes




Depois de investigar e prender todos os corruptos do PT, como também, contribuir para Dilma ser vítima de um golpe de Estado, além de haver tentado, sem sucesso, prender o ex-presidente da República Luiz Inácio da Silva, pela falta de provas, o juiz Sérgio Moro anunciou que vai acabar com a Operação Lava Jato. Sabe por que ele tomou essa decisão?

O principal alvo do juiz Sérgio Moro era derrubar Dilma e prender Lula. Investigar Temer e prender Cunha, nunca! Se ele continuar com as investigações, a Sociedade brasileira vai descobrir que tudo não passa de uma farsa; então, pode pressioná-lo para agir com imparcialidade, dentro da Lei, encarcerando Eduardo Cunha, além de Michel Temer, os 250 deputados, 42 senadores ligados ao PMDB e PSDB, como também, diretores e repórteres da TV Globo e 11 juízes, alguns dos quais assentam nas cadeiras da Suprema Corte. Enfim, Moro quer acabar com a Operação Lava Jato porque os brasileiros começaram a questioná-lo: "por que você prende somente os políticos do PT, se a grande maioria dos corruptos é ligada ao PSDB e ao PMDB?". Ele não quer ACABAR COM A FELICIDADE DOS GOLPISTAS, nem se indispor com essa gente perigosa, sabia? ACORDA BRASIL!!!

DUPLA É SURPREENDIDA PELA POPULAÇÃO APÓS TOMAR CELULAR DE ASSALTO EM PETROLINA, PE


Por volta das 20;30 desta sexta-feira (29),segundo informações de  populares de  que  uma dupla utilizando um moto factor teriam roubado um aparelho celular de uma transeunte e surpreendidos pela população ­ no centro de Petrolina, sertão de Pernambuco. 

De acordo com informações a ocorrencia a conteceu na Rua Castro Alves, região central da cidade e o que chamou a atenção é que os elementos foram contidos pela população e tiveram a moto completamente destruída. ambos foram contidos pela população e apresentados a uma guarnição que foi acionada. Os mesmos foram encaminhados ao hospital de Traumas e posteriormente apresentados na delegacia especializada.

Por Zé Carlos Borges

Candidato de Alckmin tem firma de fachada em paraíso fiscal



O pré-candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, João Doria Jr., comprou uma empresa do escritório panamenho Mossack Fonseca para ocultar a propriedade de um apartamento em Miami (EUA) adquirido em 1998 por US$ 231 mil. O imóvel não aparece na declaração de bens do empresário. A offshore Pavilion Development Limited, de fachada, foi incorporada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.
Segundo reportagem publicada pelo jornalista Fernando Rodrigues, no portal UOL, há contratos, procurações e cópias de passaportes de Doria e sua mulher junto a mensagens de e-mail referentes à compra da offshore, dentre os 11,5 milhões de documentos dos Panama Papers, divulgados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos.
Comprar ou abrir uma offshore não é ilegal, desde que a empresa seja declarada à Receita Federal no Brasil. Nelson Wilians, advogado de Doria, mostrou à reportagem uma das 27 páginas da declaração de bens de seu cliente no Imposto de Renda de 2016 na qual a Pavilion Development aparece declarada. Mas não atendeu o pedido da reportagem para mostrar as declarações de IR de 1998, quando Doria comprou a offshore, e dos anos posteriores. O advogado disse que elas só serão apresentadas, à Justiça Eleitoral, se Doria vier a ser formalizado como candidato.
Leia matériacompleta aí no portal Uol,

Euforia e realidade



Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo
As primeiras notícias do governo Temer foram recebidas com festa e euforia pelos porta-vozes do PIB. O ainda vice-presidente promete um choque liberal na economia, com redução drástica dos gastos públicos e do tamanho do Estado.
Um novo plano elaborado por sua equipe fala em mudar a lei de licitações e em privatizar "tudo o que for possível". O anterior, batizado de "Ponte para o Futuro", defende a flexibilização das leis trabalhistas, o fim das despesas obrigatórias com a saúde e a desvinculação do salário mínimo aos benefícios sociais.
É difícil imaginar que algum candidato fosse eleito no Brasil com uma agenda assim, que faria corar muitos tucanos. Mas isso não vem ao caso, porque Temer não terá que consultar o povo para vestir a faixa.
Cada um é livre para torcer pelo projeto que lhe pareça melhor, mesmo que a preocupação com o próprio bolso venha antes do resto. No entanto, a prudência recomenda um olhar atento aos personagens do novo regime, e um exame mínimo da viabilidade de suas promessas.
Quem sonha com uma máquina pilotada por técnicos apartidários, e livre dos vícios da era petista, vai acordar num país governado por deputados do PMDB e assemelhados.
A propaganda do corte de ministérios já começou a fazer água. Ontem a Folha noticiou que o vice desistiu de reduzi-los a 20 para acomodar partidos que votaram pelo impeachment. A conta subiu para 26 e ainda deve aumentar até a posse.
Há riscos de retrocesso em outros setores. A bancada evangélica, que se uniu para derrubar Dilma Rousseff, agora apresenta a fatura. Na quarta, Temer recebeu e orou com o pastor Silas Malafaia, conhecido pela pregação ultraconservadora na TV.
Ele cobrou o fim da distribuição de material didático que ensina as crianças a respeitarem a diversidade sexual. Dois dias depois, vazou-se que o vice deve entregar o Ministério da Educação ao DEM, que abriga os políticos da igreja do pastor.

Eleitoras protestam em frente à casa de Marta Suplicy



Um grupo de eleitoras da senadora Marta Suplicy (PMDB/SP) realizou, na noite deste sábado, um protesto em frente à casa da ex-petista, no bairro dos Jardins, Zona Oeste da capital paulista. Durante a manifestação, que começou por volta das 21h, as mulheres - entre elas artistas - cantaram palavras de ordens e reclamaram do posicionamento político de Marta, que se desfiliou do PT no fim de abril de 2015.
"Marta, traidora! Somos todas feministas. Batemos em sua porta para lembrar sua história", gritaram as manifestantes. Além do protesto, o grupo acendeu velas e cantou a música "Maria, Maria", de Milton Nascimento, que narra a força das mulheres. Elas afirmaram que "jamais votariam no PMDB", em alusão ao vice-presidente Michel Temer, que pode assumir o lugar de Dilma Rousseff na Presidência.
Até as 22h30, a reportagem do iG não havia conseguido contato com a senadora.
Rusgas
No último dia 28, Marta Suplicy completou um ano fora do PT, partido do qual era filiada há mais de três décadas. Nos últimos anos, a senadora havia criado rixas internas após a indicação de Fernando Haddad para concorrer à Prefeitura de São Paulo, em 2012, no seu lugar, e por discordar de Dilma Rousseff como candidata do PT em 2014.
No ano passado, ela passou a criticar de forma mais contundente o partido e, em abril de 2015, divulgou uma carta na qual se desligava da legenda e afirmava, entre outras justificativas, que o PT "renega os seus princípios."  (Do portal IG)

sábado, 30 de abril de 2016

Em debate, Ciro Gomes chama Temer de salafrário e filho da puta




Nesta quinta-feira, (28) em debate realizado na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) afirmou que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) é um “salafrário dos grandes”, “conspirador” e “filho-da-puta”. O comentário foi feito no momento em que Ciro falava sobre as funções que serão exercidas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), no caso de afastamento de Dilma Rousseff
“Quem está preocupado com a decência no Brasil, durma com um barulho deste, porque o vice-presidente da República que assume em junho é o Eduardo Cunha. Assume a presidência da República, porque tem o compromisso de abertura da Nações Unidas e o Brasil, por tradição da Assembleia de 1948, é quem abre. Mas o Michel Temer, na sua vaidade, não vai deixar. Não devia rir não, esse é um salafrário dos grandes. Conspirador, filho da puta”, disse Ciro.
Pré-candidato à Presidência da República em 2018, Ciro disse que é orientado por sua equipe a não usar palavrões em seus discursos. Ele afirmou que, por conta disto, mesmo com vontade de repetir o comentário, retirava suas palavras. “Me desculpem. Meu pessoal me diz que eu tenho que ser ‘more presidencial’. E no Brasil o povo detesta que o seu presidente seja como seu povo é. Então o presidente não fala filho da puta. Então retiro essa parte, com muita vontade de repetir de novo”, disse.
As ofensas foram ditas em local simbólico. Considerado um dos maiores constitucionalistas do País, Temer tem forte identificação acadêmica com a PUC de São Paulo. Foi na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade onde o vice-presidente conquistou o título de Doutorado, em 1974, e também atuou como professor na graduação e na pós.

Assessor de Temer recebeu R$ 1 milhão em propina, afirma sócio da Engevix


Assessor de Temer recebeu R$ 1 milhão em propina, afirma sócio da Engevix

O sócio da empreiteira Engevix, José Antunes Sobrinho, afirmou na proposta de delação premiada entregue ao Ministério Público Federal (MPF) que pagou R$ 1 milhão em propina a Tadeu Filippelli, ex-vice-governador do Distrito Federal, e um dos principais assessores do vice-presidente Michel Temer (PMDB). De acordo com a coluna Expresso, da revista Época, a quantia foi paga em retribuição a um contrato da empreiteira com o metrô de capital federal. Antunes revelou aos procuradores ter participado de reuniões com Filipelli. Procurado, o assessor de Temer admitiu encontros com Antunes, mas classificou as acusações como “loucura”.

NOS BASTIDORES DA POLÍTICA: LUIZ VICENTE CONVERSA COM VÁRIOS DIRIGENTES PARTIDÁRIOS, INCLUSIVE COM O PRESIDENTE DO PT EM NÍVEL ESTADUAL

Segundo  Joselito  Macedo,  assessor  do  prefeito  Luiz  Vicente,  em  entrevista  a  rádio  local, disse  que  o  gestor vem conversando  com  vários presidentes de partidos  políticos  no  sentido  de  apoiar  a  sua  reeleição,  inclusive  o  partido  dos  trabalhadores, (PT). Alguns  acertos  estão  sendo  feitos em  nível    estadual,  para que  o  PT  de  Sobradinho possa  apoiar  a    reeleição  de  Luiz Vicente. Por o  outro lado, o  PT  de Sobradinho é  adversário  político  do  grupo  Luiz  Berti, e se  a  parceria  for  concretizada,  como  é  que  vai  ficar  o  diretório  municipal  na  terra  da  barragem?  Fica  a  interrogação.

STF avalia estratégias para afastar Cunha da presidência da Câmara


STF avalia estratégias para afastar Cunha da presidência da Câmara


O Supremo Tribunal Federal (STF) discute dois caminhos para o caso de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A linha mais radical prevê o afastamento definitivo do deputado da presidência da Câmara. Um outro caminho, mais intermediário é que o peemedebista só seria afastado quando Michel Temer viajasse. Assim, em um eventual governo Michel Temer, Cunha não assumiria a Presidência da República. Cunha, como presidente da Câmara, é o segundo na linha sucessória caso a presidente Dilma Rousseff seja afastada. Como o deputado é réu, a lei diz que ele não pode ocupar o cargo, mesmo que por alguns dias. O afastamento temporário é avaliado por alguns ministros como menos traumático, pois Cunha tem amplo apoio na Câmara. O ministro Teori Zavascki, relator do caso, já disse na quinta-feira (28) que levará o tema para ser discutido no plenário da corte.

A saída pela esquerda de Dilma


Perto de ser afastada, presidenta acena para movimentos sociais importantes para a base de uma eventual oposição a Temer
El País - Marina Rossi
Em contagem regressiva para ser afastada temporariamente da presidência, Dilma Rousseff saiu em busca de retomar relações com movimentos sociais que historicamente orbitaram ao redor do PT. Para reconfigurar seu tabuleiro de aliados, que poderão ser cruciais para a formação de uma oposição a um eventual Governo Temer, Dilma deu acenos importantes - e em alguns casos, raros - a movimentos ligados à defesa dos povos indígenas e da reforma agrária.
No início deste mês, a presidenta recebeu lideranças do Movimento dos Sem Terra (MST) no Palácio do Planalto para a assinatura de decretos que desapropriam terras para a reforma agrária e regularização de quilombos. Ao todo, foram assinados 25 decretos referentes à desapropriação de terras em 12 Estados.
No caminho para atravessar o abril desesperador que o Governo petista enfrenta, Dilma também mandou acelerar processos de reconhecimento e homologação de terras indígenas. “A presidenta determinou que nós nos reuníssemos com os ministérios que também têm interferência na demarcação das terras indígenas para que nós possamos, o mais rápido possível, encontrar pontos comuns para adiantar esta pauta”, afirmou o ministro da Justiça, Eugênio Aragão. “O momento é muito favorável a que possamos dar vazão às inúmeras iniciativas de declaração, demarcação, reconhecimento que estão paralisadas.”
Continue lendo aí: A saída pela esquerda de Dilma

À PF, FHC nega envio de dinheiro ilegal para ex-amante



Oitiva do ex-presidente à Polícia Federal durou mais de duas horas e tratou de dois inquéritos

Em depoimento à PF (Polícia Federal) nesta sexta-feira (29), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso negou ter usado qualquer artifício legal para enviar dinheiro a Tomás Dutra, que reconheceu como filho com a jornalista Mirian Dutra e mora no exterior.
Em entrevista à Folha de S.Paulo em fevereiro, Mirian disse que recebeu por anos dinheiro de FHC por meio de um contrato fictício com a Brasif Exportação e Importação.
Durante o governo de Fernando Henrique (1995-2002), a empresa explorou os free shops (lojas com isenção de impostos) de aeroportos brasileiros. Em depoimento à PF no início de abril, porém, ela não confirmou a acusação.
"Fernando Henrique nunca remeteu dinheiro a Mirian, mas sim ao Tomás, a quem sempre tratou como filho", afirmou seu advogado, Sérgio Bermudes.
— Ele enviava dinheiro de forma legal e declarada. Há muito tempo, Fernando Henrique tem dinheiro no exterior, devidamente declarado, e não precisaria de meios escusos para encaminhar valores a Tomás.
Bermudes confirmou que o ex-presidente comprou um apartamento para Tomás em Barcelona.
Inquéritos
O depoimento de FHC à Polícia Federal, em São Paulo, durou duas horas e dez minutos e tratou de dois inquéritos. Um deles investiga a suposta remessa de dinheiro para Mirian, com quem ele manteve um relacionamento extraconjugal por seis anos durante as décadas de 1980 e 1990. Desde 1992, a jornalista mora na Europa. A outra investigação aborda a suposta propriedade de imóveis no exterior, que não teriam sido declarados por Fernando Henrique à Receita Federal.

A lista tucana para apoiar o governo Temer




Por Gabriel Garcia
De Brasília
O presidente nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o senador Aécio Neves (MG), levou uma lista com quatro exigências consideradas “essenciais” para aderir ao governo Michel Temer após o impeachment da presidente Dilma Rousseff.  
No primeiro ponto, Aécio pediu a nomeação de um ministro da sua ala no partido. Foi escolhida a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) para a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que congrega ações direcionadas às mulheres, negros e deficientes.
No segundo ponto, o PSDB reivindicou a presidência da Câmara. Embora não admitam, deputados tucanos definem como “natural” o pedido. Porque os peemedebistas ocuparão as presidências da República e do Senado. Haveria, assim, equilíbrio de poder.
No terceiro ponto, os tucanos apresentaram um documento com exigências que devem ser cumpridas por Michel Temer na Presidência da República, incluindo o fim da reeleição. Trata-se de uma forma de mostrar que o partido está preocupado com os interesses do país.
No quarto ponto, fez-se a polêmica. Aécio não queria um ministério da área econômica para o senador José Serra (PSDB-SP). Amigo de Temer, Serra ficará com o Ministério das Relações Exteriores. O mineiro teme o fortalecimento do correligionário. Recorda o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Quando Itamar Franco, em 1992, ele nomeou Fernando Henrique Cardoso ministro da Fazenda. FHC virou presidente da República, em 1995.

FERNANDO BEZERRA FILHO COTADO PARA SER MINISTRO DA INTEGRAÇÃO NO GOVERNO TEMER



Com o critério da indicação pelos partidos e escolha pessoal, o vice-presidente Michel Temer(PMDB) vai montando em silêncio o seu Ministério para o eventual governo com a aprovação da admissibilidade do impeachment de Dilma. Pelo DEM, está cotadíssimo o deputado Mendonça Filho.
Inicialmente, a pasta do DEM seria Comunicações, mas pode derivar para Educação ou Cidades. Pelo PSB, numa escolha pessoal de Temer, o líder na Câmara, Fernando Coelho Filho, tem chances de emplacar Integração, já ocupada pelo seu pai, o senador Fernando Bezerra, no Governo Dilma.
Pelo PPS, o deputado Raul Junggman está cotado para o Ministério da Defesa.
Outro pernambucano com chances de virar ministro é o deputado Augusto Coutinho, do Solidariedade. Se couber Trabalho ao seu partido, ele será indicado pelo presidente da legenda, o deputado Paulinho da Força Sindical. 
Outro nome, por fim, para ocupar um gabinete na Esplanada é o do deputado tucano Bruno Araújo, se couber ao PSDB a indicação de dois ministérios.

Temer tenta acelerar impeachment cancelando recesso



A iniciativa de aliados de Temer poderia encurtar em pelo menos 15 dias o prazo para o julgamento de Dilma
O Estado de S.Paulo
Mesmo antes da votação pelo Senado do afastamento da presidente Dilma Rousseff, interlocutores do vice-presidente Michel Temer começaram a articular com parlamentares a suspensão do recesso parlamentar do meio do ano. O objetivo é acelerar o julgamento final da petista pelo plenário e tentar votar o máximo do pacote de medidas econômicas que deverá ser encaminhado pelo peemedebista ao Congresso até o início da campanha eleitoral nos municípios, prevista para começar em 16 de agosto.
A iniciativa de aliados de Temer poderia encurtar em pelo menos 15 dias o prazo para o julgamento de Dilma, previsto inicialmente para ocorrer em setembro. Em caso de afastamento da presidente, que pode ser aprovado em 11 de maio, o vice assume o comando interino do País por até 180 dias, período em que ela será julgada pelos senadores.
A ideia do grupo de Temer é acelerar esse processo de forma a antecipar o prazo para que, em caso de afastamento definitivo de Dilma, o vice seja confirmado como titular da cadeira presidencial. Dessa forma, dizem peemedebistas, a realização do recesso parlamentar ajuda Dilma a ganhar prazo, porque a Comissão Especial do impeachment teria que suspender os trabalhos. O caminho para se suspender o recesso ainda não está fechado. Procurado pelo Estado, o presidente do colegiado, Raimundo Lira (PMDB-PB), disse que não foi requisitado para falar sobre o assunto. "Não tenho nenhuma informação a esse respeito", afirmou

Afastamento de Cunha tem torcida silenciosa de Temer



Radar – Veja
 A possibilidade de o Supremo Tribunal Federal afastar Eduardo Cunha do comando da Câmara tem a torcida silenciosa de Michel Temer.
Se Cunha não cair, ele se verá impedido de deixar o país após assumir a presidência — o que planeja fazer para desmentir que tenha urdido golpe contra Dilma Rousseff.

A torcida é discreta porque Cunha, além de participar da montagem do governo, tem passe livre no Jaburu. Não são poucos os que chegam para conversar com o vice em sua residência e se surpreendem com a presença do presidente da Câmara.
 A propósito,apesar da negativa protocolar, a força-tarefa já teve seis reuniões com a defesa de Marcelo Odebrecht para definir o escopo das delações do grupo.
Procuradores promovem um leilão psicológico entre Odebrecht e Leo Pinheiro, da OAS: quem entregar mais, leva. Mas, após o susto, a aposta é que a Lava-Jato não poderá dizer não às revelações da maior empreiteira do país.