Chico Ferreira

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Avião cai na Suíça; é o terceiro acidente aéreo num só dia





Um avião de porte pequeno caiu nesta quarta-feira (07) no aeroporto de Basileia, na Suíça. Segundo o jornal online “L’Alsace”, dois ocupantes da aeronave morreram no local. O acidente aconteceu depois de uma aterrissagem que falhou devido ao nevoeiro. Todas as partidas e chegadas dos aviões foram suspensas.
Paquistão
A companhia Pakistan International Airlines confirmou em comunicado que o voo PK-661 perdeu contato com controladores de tráfego aéreo nesta quarta-feira (07). O piloto chegou a enviar uma mensagem de emergência, mas perdeu contato logo depois. O voo PK661 fazia a rota entre Chitral e Islamabad, onde deveria ter pousado às 16h40 (9h30 em Brasília). O trajeto entre as duas cidades tem pouco mais de uma hora de duração.
As 48 pessoas a bordo do avião morreram, informou o presidente da Pakistan International Airlines: “Não há sobreviventes. Ninguém sobreviveu”, disse Muhammad Azam Saigol.
Brasil
Também nesta quarta um avião de pequeno porte caiu  em Manaus e causou a morte de cinco dos seis passageiros que estavam a bordo. Entre os mortos estavam o piloto e uma criança de 4 anos.
Uol Notícias

RONDESP NORTE APREENDE DROGAS E RECUPERA MOTOCICLETAS FURTADAS EM JUAZEIRO E PETROLINA





Nesta terça-feira (06), uma equipe da RONDESP NORTE fazia rondas no Bairro Castelo Branco, quando avistou duas pessoas em atitude suspeita a bordo de uma motocicleta de cor preta, sem placa de identificação.
Os Rondespianos ordenaram que o condutor parasse, no entanto ele empreendeu fuga sendo alcançado no mesmo Bairro. A dupla foi abordada e na busca pessoal foram encontradas com JEFFERSON DOUGLAS COELHO DA SILVA que conduzia a motocicleta, 10 pedras de CRACK. Com o passageiro de nome FRANCISCO VANDEILTON SANTANA FERREIRA foi encontrada uma “trouxinha” de MACONHA, uma carteira porta cédula contendo R$ 52,00 e dois aparelhos celulares.
Em ato contínuo os Rondespianos seguiram até a casa de JEFFERSON DOUGLAS localizada no Bairro Alto do Alencar, sendo que na busca domiciliar foi encontrada uma frente de um som automotivo , em seguida foram até a casa de FRANCISCO VANDEILTON , no mesmo Bairro e lá encontraram 26 pedras de CRACK e a quantia em dinheiro de R$ 586,55, um CRLV de uma motocicleta.
Após consulta aos registros de ocorrência da CICOM, a guarnição foi informada que no mesmo dia, no período da tarde, uma motocicleta com as mesmas características havia sido furtada no Bairro Angary, bem como o proprietário da motocicleta estava na delegacia, prestando queixa do fato. Após manter contato com o proprietário, foi confirmado que a motocicleta seria a mesma que foi furtada no Angary. Ao ser questionado em que local estaria a moto, a genitora de FRANCISCO VANDEILTON, de nome EDINALVA DE OLIVEIRA SANTOS, informou que a moto estava escondida em um terreno baldio, às margens do canal do Bairro Alto do Alencar, ela confessou ainda que sabia da movimentação de tráfico de drogas em sua residência. Quanto a procedência da motocicleta na qual estavam a bordo, JEFFERSON DOUGLAS confessou que a mesma havia furtado no Bairro José e Maria, na cidade de Petrolina, a cerca três meses. Os acusados foram encaminhados à delegacia juntamente com o material apreendido.
Com informações da Rondesp Norte

Janot defende afastamento imediato de Renan



O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje, o imediato afastamento do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB/AL). Janot disse que "não é aceitável" um político réu em ação penal "à frente da chefia do Estado brasileiro".
"Que mensagem, que exemplo que esse Estado de coisas daria para as nossas crianças, adolescentes, brasileiros, o povo em geral, de que pessoa acusada de graves crimes contra a administração pública, em processo admitido perante esta Corte, o Supremo Tribunal Federal, pode estar no comando desta Nação, ainda que transitoriamente?", argumentou o procurador.
O afastamento liminar de Renan foi decretado na segunda-feira, 5, pelo ministro Marco Aurélio Mello. Mas Renan desafiou o ministro e se recusou a desocupar a cadeira de presidente do Congresso.
Janot disse que "é preocupante" a resistência do peemedebista, "a recusa de um senador da República, de um chefe de um Poder do Estado, em receber intimação expedida pela mais alta Corte de Justiça deste País, em dribles sucessivos, registrados e certificados pelo senhor oficial de Justiça".
O procurador disse que o julgamento desta quarta-feira vale para "hoje e para a frente".
"Houve a recusa expressa de um dos poderes da República em cumprir uma ordem judicial", alertou Janot. "Uma decisão legítima, proferida pelo órgão judicial competente para enfrentar esse litígio. Desafiar uma decisão judicial é como que desafiar as noções fundamentais de um Estado democrático de direito. É aceitar que uns poucos cidadãos podem o mais, podem escolher arbitrariamente quando e se se submeterão aos mandamentos legais e jurisdicionais."
"Não mais aqui pau que dá em Chico dê em Francisco. Hoje, o que exige a República é que pau que dá em Chico tem que dar em Francisco", disse Janot.

Marco Aurélio indignado porque foi desmoralizado por Renam Calheiros alerta para “desmoralização ímpar” do STF



O ministro Marco Aurélio Mello alertou seus pares do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje, para o que considera "desmoralização ímpar" da Corte máxima. Irritado com a conduta do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB/AL), que o desafiou e se recusou a desocupar a cadeira, ignorando a liminar que despachou na segunda-feira, 5, Marco Aurélio disse aos colegas na sessão plenária desta quarta, 7, que a conduta do peemedebista "fere de morte as leis da República, fragiliza o Judiciário, significando prática deplorável".

"Ao fim, implica a desmoralização ímpar do Supremo, o princípio constitucional passa a ser um nada jurídico, a variar conforme o cidadão que esteja na cadeira", alertou o ministro.
Apontando diretamente para Renan, o ministro foi enfático. "A que custo será implementada essa blindagem pessoal, inusitada e desmoralizante, em termos de pronunciamento judicial?"
Conclamou todos os ministros presentes à sessão, a quem nominou, um a um, a evitarem a "desmoralização" da Corte e propôs o referendo da liminar que derruba Renan e a derrota do recurso do senador.
"Com a palavra, o colegiado, os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cármen Lúcia presidente. Que cada qual, senhor de uma biografia, senhor da busca da credibilidade, do fortalecimento do Supremo como instituição maior, autor da história a constar dos anais do Tribunal, cumpra o dever decorrente da cadeira ocupada, prestando contas à História, a gerações futuras, implacáveis testemunhas, não há falar em devido afastamento no campo monocrático de presidente de outro Poder, mas sim na observância estrita da Constituição Federal consoante interpretação já assentada e executada pelo Supremo ante o quadro presente o impensável, o desrespeito a uma decisão judicial, a um pronunciamento do Supremo proponho o referendo da medida cauteladora, implementada, ficando prejudicado o agravo."
"O Supremo não pode despedir-se do dever de tornar prevalecente à ótica adotada (em relação ao ex-deputado Eduardo Cunha), sem que isso importe em provocação ao Poder Legislativo. Caso provocação haja, essa está no inconcebível, intolerável, grotesca postura de recusar ordem judicial."


Marco Aurélio foi dramático. "Receio, receio muito o amanhã, caso prevaleça visão acomodadora, dando-se o certo pelo errado, o dito pelo não dito."

Maioria do STF mantém Renan na presidência do Senado



Do UOL

A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal,) em sessão na tarde de hoje, votou a favor de manter Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado, com a ressalva de que ele fique impedido de substituir Michel Temer na presidência da República. Votaram desta forma cinco dos nove ministros que participam do julgamento.
Se a sessão for encerrada hoje, essa decisão deverá ser mantida. O Supremo possui 11 ministros, mas dois não participam do julgamento de hoje. Gilmar Mendes está em viagem ao exterior e Luís Roberto Barroso se declarou impedido de julgar o caso.
Todos os ministros que cotaram até agora concordaram que Renan fica proibido de substituir o presidente da República.
O Supremo julga hoje se um réu no tribunal pode estar na linha de sucessão presidencial. Renan se tornou réu por peculato (desvio de dinheiro público), em decisão do próprio Supremo no último dia 1º.
Em caso de ausência de Temer, como em viagens ao exterior, ele é substituído pelos presidentes da Câmara e do Senado, nessa ordem.
Votaram a favor de manter Renan no cargo os ministros Celso de Mello, Teori Zavascki, Dias Toffoli, Luiz Fux e Ricardo Lewandowski.
Já votaram a favor do afastamento os ministros Marco Aurélio Mello, relator do processo, Edson Fachin e Rosa Weber. A presidente Cármen Lúcia ainda não votou.
Decisão do ministro Marco Aurélio, na última segunda-feira (5), determinou o afastamento de Renan do cargo. O Senado, no entanto, não obedeceu a ordem judicial a espera de decisão final do Supremo.

SÉRGIO CABRAL E SUA ESPOSA USAM A MESMA ROUPA NA CADEIA




Adriana Ancelmo deixou para trás as joias caras e roupas de marca que marcaram sua vida como primeira-dama do Estado do Rio de Janeiro. No presídio Joaquim Ferreira, ela foi obrigada a adotar o uniforme padrão das detentas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), um conjunto verde muito parecido ao usado pelo marido, o ex-governador Sérgio Cabral.
Adriana Ancelmo com uniforme da Seap
Adriana Ancelmo com uniforme da Seap
Nas imagens, Adriana aparece de cara lavada, com os cabelos presos para trás. A advogada também está usando brincos pequenos e uma pulseira modesta no braço esquerdo.
Adriana usa brincos pequenos e pulseira
Adriana usa brincos pequenos e pulseira Foto: Reprodução
Ex-primeira-dama se apresentou à Justiça Federal
Acusada de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa pela força-tarefa da Lava-Jato no Rio, Adriana teve a prisão decretada pela Justiça Federal e se apresentou por volta das 17h desta terça-feira ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. Isso aconteceu 19 dias após a o marido Sérgio Cabral, apontado como chefe do grupo que desviou ao menos R$ 224 milhões em obras com diversas empreiteiras – como a reforma do Maracanã e do Arco Metropoliltano – em troca de aditivos em contratos públicos e incentivos fiscais.
O esquema com empreiteiras bancou uma vida de luxo para Cabral, Adriana e outros envolvidos. O dinheiro de propina pagou viagens internacionais, idas a restaurantes sofisticados, uso de lanchas e helicópteros e compras de joias.
Uma das joias foi um anel avaliado em 800 mil reais que Adriana recebeu de presente durante uma viagem a Mônaco. O anel foi pago pelo empresário Fernando Cavendish, ex-dono da construtora Delta.
Cabral teria se utilizado também de um sistema de contabilidade paralelo da joalheria Antonio Bernardo.Segundo uma gerente, o ex-governador comprou mais de 5 milhões de reais em joias por esse sistema. Na joalheira H.Stern, Cabral teria comprado joias no valor de 2 milhões de reais. As compras eram feitas em dinheiro vivo, sem a emissão de notas fiscais.

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ACREDITE SE QUISER, O JUIZ SÉRGIO MORO COXICHANDO COM O SENADOR AÉCIO NEVES NUMA FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO




Jornalista Leandro Fortes afirma que a foto que mostra o juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, confraternizando com o senador Aécio Neves (PSDB), investigado na Lava Jato, será a representação simbólica "desses dias de caos e desesperança"; "Essa intimidade obscena, protagonizada por essas duas figuras lamentáveis, em um convescote de quinta categoria, é, literalmente, o retrato da república de bananas que nos tornamos"
imagem, será a representação simbólica desses dias de caos e desesperança.

Jorge Viana desmente rumor de que poderia renunciar



O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), disse ao Broadcast Político que "errou feio" quem afirmou que ele poderia renunciar ao cargo, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) confirme, hoje, decisão do ministro Marco Aurélio Mello de afastar Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência da Casa.
"Nunca cogitei renunciar à vice, ou se for o caso, à presidência (do Senado). Isso é um absurdo, nunca pensei nisso. Hoje é dia de se ter calma", argumentou o petista.
Segundo ele, a informação de que poderia deixar o posto para não ter que decidir sobre a retirada da pauta de votações da Proposta de Emenda à Constituição que estabelece um teto para os gastos públicos, prevista para ocorrer na terça-feira, dia 13, teria surgido após conversas com integrantes da bancada do PMDB. "Conversei e daí já colocam na manchete que tiveram a impressão de que iria renunciar. Nunca pensei nisso", reiterou o senador do Acre.
Caso Viana renunciasse, o comando do Senado poderia ficar com um dos principais aliados do governo do presidente Michel Temer, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que é o segundo-vice da Casa. Para os petistas, não existe "a menor possibilidade" de Viana renunciar e esta informação teria sido ventilada pelo próprio Jucá.
Em reunião realizada nesta terça-feira, 6, com integrantes da bancada do PT do Senado e da Câmara, o presidente nacional da legenda, Rui Falcão, ressaltou que o partido não iria abrir mão de comandar o Senado, caso o Supremo Tribunal Federal confirme o afastamento de Renan em sessão prevista para ocorrer na tarde desta quarta.
O posicionamento de Falcão ocorreu após circular a informação de que Viana teria cogitado, em conversas com Renan e outros integrantes da bancada do PMDB, convocar novas eleições para o comando da Casa. Tal possibilidade não está prevista no regimento interno da Casa, segundo integrantes da Mesa Diretora.
Pressão
Em meio ao agravamento da crise política, integrantes da cúpula do PT também passaram a pressionar Jorge Viana para que ele não dê andamento à pauta econômica construída pelo governo Temer e prevista para ser votada nos próximos dias na Casa.
A reunião de ontem de Falcão com os congressistas do PT também serviu para afinar o discurso. Entre os projetos de maior interesse do governo Temer e que deve ser alvo de resistência dos petistas está a Proposta de Emenda à Constituição que estabelece um limite para os gastos públicos. A expectativa é de que a votação do segundo turno da PEC ocorra na próxima terça-feira (13).
A estratégia da bancada do PT, desenhada na noite de segunda-feira, 5, é a de aproveitar o "caos institucional" e travar o calendário de votação da proposta. Uma das formas estudadas seria não convocar sessões no plenário para que não se conte prazo de discussão da proposta. Em declarações públicas, Viana tem ressaltado, contudo, que teria dificuldades de não cumprir uma agenda já definida pelos demais líderes da Casa.

Avião de pequeno porte cai e explode em Manaus



Estadão

Um avião de pequeno porte caiu em área verde de Manaus, por volta das 8 horas desta quarta-feira, 7, deixando cinco mortos, entre eles uma criança de 4 anos. Um homem ainda não identificado sobreviveu.
O avião – modelo Embraer 720, da empresa Tio Táxi Aéreo – caiu minutos após a decolagem e explodiu ao se chocar na superfície de um terreno desabitado na zona centro-sul da capital amazonense. O voo tinha como destino a cidade de Novo Aripuanã, a 227 quilômetros de Manaus.
Segundo o Corpo de Bombeiros, estavam no avião João Frederico, Jefferson Juarez, Henrique Tiez Neto, Ruan Lemos, Ana Alice Lemos, de 4 anos, e o comandante João Jerônimo.
O homem não identificado foi encaminhado ao Hospital 28 de Agosto com queimaduras pelo corpo, segundo testemunhas.

STF inicia julgamento sobre afastamento de Renan



Diante da resistência de Renan Calheiros (PMDB-AL) em deixar a presidência do Senado, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decide, hoje, se confirma ou não a liminar do ministro Marco Aurélio Mello que determinou o afastamento do peemedebista do cargo na última segunda-feira, 5. A sessão começou às 14h13.

O julgamento é o primeiro item da pauta da sessão desta quarta-feira. Dois ministros não votarão: o ministro Gilmar Mendes, por estar cumprindo agenda oficial em Estocolmo; e Luís Roberto Barroso, que já se declarou impedido, porque advogados de seu antigo escritório subscreveram a ação levada ao STF pela Rede.
Barroso divulgou, hoje, uma nota na qual afirma considerar como "crime de desobediência" ou "golpe de Estado" o fato de Renan não ter cumprido a ordem de Marco Aurélio Mello pelo afastamento do parlamentar da presidência do Senado. "Deixar de cumprir uma decisão judicial é crime de desobediência ou golpe de Estado", disse Barroso.
Conforme informou nesta quarta-feira o jornal "O Estado de S. Paulo", a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, e pelos menos outros quatro integrantes da Corte buscaram uma saída para a crise entre Judiciário e Legislativo.
Diante de um impasse institucional, existe a possibilidade de os ministros buscarem uma saída intermediária: Renan seria mantido na Presidência do Senado, mas impedido de assumir a Presidência da República interinamente na ausência de Michel Temer.
Teste
Durante café da manhã com jornalistas nesta terça-feira, Cármen disse que o País passa por um "teste". "Eu vejo um teste para a dinâmica das instituições democráticas, mas não vejo uma fragilidade", disse a ministra, ao ser questionada sobre as mudanças nas presidências da República (impeachment de Dilma), da Câmara dos Deputados (afastamento e cassação de Eduardo Cunha) e do Senado Federal (afastamento de Renan) no segundo semestre deste ano.

Homem acusado de matar esposa com facadas é preso pela PM em Lagoa Grande



Um homem foi preso nesta manhã (07), por Policiais Militares da 7ª CIPM logo após haver praticado um feminicidio (crime contra mulher), na zona rural de Lagoa Grande. A prisão do acusado ocorreu após os efetivos da GT Vermelhos e da GT Polígono dos Tanques serem informados por populares que estavam ouvindo barulhos no interior de uma residência localizada no bairro Capoeiras, no distrito de Vermelhos, às 20:40h de terça-feira (06), onde Eliene da Silva Bezerra, de 28 anos, havia sido esfaqueada e morta pelo seu marido.
bandido-em-lagoa-grande

Ao chegarem no local, o efetivo policial cercou a residência e ao subir no muro da casa vizinha, um dos policiais avistou o acusado de nome Josenildo Cardoso Silva, de 35 anos, marido da vítima, que havia retornado para buscar alguns pertences, o qual confessou o crime   e   argumentou que o fato se deu após uma discussão ocorrida entre o casal.
O acusado foi encaminhado e entregue na Delegacia de Polícia Civil na cidade de Lagoa Grande, onde foi autuado em Flagrante Delito e em seguida recolhido à Cadeia Pública onde ficará a disposição da justiça. (Fonte: Jornal  Ação  Popular)

Apresentador Cid Moreira emocionou velório da Chapecoense ao ler trechos da Biblia

Avião com jornalistas da Band faz pouso de emergência por falta de combustível


(Foto: Divulgação)

O apresentador José Luiz Datena, do “Brasil Urgente”, disse que o avião que transportava parte da equipe de jornalismo da Band fez um pouso de emergência nesta segunda-feira (05). Segundo Datena, o motivo foi falta de combustível. Os profissionais voltavam de Chapecó, no sul, para São Paulo.
Esta semana foi o avião com Xuxa e outros tripulantes que foi atingindo por um raio, na semana passada.  

Após anos de processo contra o SBT, Rodolfo receberá indenização

Quem não se lembra da dupla Rodolfo e ET, formada por Rodolfo Carlos de Almeida, e Cláudio Chirinian, o ET?
Os dois ficaram #Famosos quando o #SBT os contratou em 1998, para trabalhar no Domingo Legal. O sucesso da dupla dobrou após a contratação na emissora. A dupla já havia realizado alguns trabalhos, na Rede Record, em 1997, quando compôs a música ET & Rodolfo para o programa Ratinho Livre, que era exibido na emissora.
Rodolfo, que é jornalista, estava passando por uma crise de depressão nos últimos anos, após ficar sem trabalho
Segundo ele, em entrevista a Daniel Castro, quando saiu do SBT, poucos trabalhos surgiram para ele, chegando a passar por momentos complicados financeiramente.
Gugu chegou a levar o jornalista para a Record, mas o quadro não fez sucesso.
Atualmente, ele está trabalhando em lavoura, e ganha apenas um salário mínimo. Segundo ele, recebe duas cestas básicas por semana, e pega na enxada com muito orgulho.
Rodolfo abriu em 2009 um processo trabalhista contra a emissora. Em 2012, ele ganhou a primeira batalha judicial, que envolve indenizações referente a 13º salário, férias, FGTS, e outras correções de aviso prévio, que teve redução ao receber de 34 mil reais, para 5 mil.
O SBT apelou, mas o ministro do Tribunal rejeitou o pedido. A indenização concedida é devido a ele trabalhar no período de um ano, como pessoa jurídica, sem carteira assinada.Rodolfo, que hoje está com 45 anos, está com a saúde debilitada, e chegou a receber ajuda do Gugu para pagar alguns exames que precisou fazer, cerca de 30.
Ao site da Uol, Notícias da TV, Rodolfo disse que não vê a hora de receber esse dinheiro, pois pretende cuidar de sua saúde e de seu pai, que está com câncer. Atualmente suas condições financeiras não estão muito boas. Ele disse estar em uma fase desesperadora.
Não se sabe o valor exato da quantia que Rodolfo irá receber, mas ele diz estar ansioso e que já tem planos, "Vou investir em terra e enxada", diz o jornalista, que prefere que o chamem de artista. 

Moro comete ilegalidades, não deveria ser juiz, dispara advogado de Lula




Na noite de segunda (5), o advogado australiano Geoffrey Robertson, que representa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) e é considerado uma das maiores autoridades em Direitos Humanos do mundo, deu uma palestra na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) a estudantes e interessados pelo tema.
Em uma longa explanação, o advogado perpassou a história da construção dos Direitos Humanos no mundo do século 17 até 1948, quando foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU, além de outros tratados que foram firmados após a data.
Ele também foi enérgico ao falar sobre a perseguição atual do juiz de primeira instância Sérgio Moro contra Lula, que definiu como “um juiz parcial e que busca a auto-promoção”.
O advogado desaprovou, entre outras ações consideradas abusivas, a gravação de grampos contra Lula, sua família e até mesmo contra os advogados do ex-presidente.
A principal crítica foi em relação a divulgação de grampos ilegais de conversas entre Lula e a presidenta eleitaDilma Rousseff, veiculados durante o Jornal Nacional em 16 de março deste ano.
“Para deleite público, Moro entregou a gravação para Globo, em uma atitude extremamente política. Ele sabia que era ilegal gravar a Dilma e gravou assim mesmo. Um juiz que comete atos ilegais não deveria ser juiz. Algo assim nunca seria permitido em nenhum país civilizado”.
Robertson lembrou que Moro já demonstrou grande empolgação pela Operação Mãos Limpas, realizada na Itália durante a década de 1990. De acordo com o advogado, o juiz paranaense se mostrou entusiasta, por exempo, da ideia de que um processo judicial também deveria servir para levar alguém ao ostracismo político, mesmo sem condenação.
“Para mim, Moro é uma figura perigosíssima. Na Itália, por exemplo, [Silvio] Berlusconi, que deveria ser condenado, escapou da justiça. É perigoso quando juízes e promotores se tornam perseguidores”.
Por fim, o advogado criticou o fato de Moro alimentar a imagem midiática que há em volta de sua atividade e o fato de, muitas vezes, fazer pré-julgamentos em relação a Lula e a outras figuras.
“Ele não entende qual é a ética do sistema judiciário. Nos Direitos Humanos internacionais, há um princípio da presunção de inocência. Parece que isso não ocorre no Brasil. Moro criou uma expectativa de culpa. Na Europa, nunca se poderia afirmar que alguém é culpado antes do julgamento final. Por aqui, parece que é diferente”.
Abusos de Moro
A mesa da palestra contou, além de Robertson, com a reitora da PUC-SP, Maria Amalia Pie Abib Andery; o professor da faculdade de Direito da PUC-SP, Rafael Valim; o também professor de Direito da PUC-SP, Silvio Luiz Ferreira da Rocha; e os advogados de Lula, Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins.
De acordo com Valim, a vinda de Robertson ao Brasil – a quem define como “um dos maiores, senão o maior, defensor dos Direitos Humanos da atualidade” – se deu em um momento fundamental para demonstrar os abusos de Moro.
“De maneira absolutamente técnica e desapaixonada, o ex-presidente Lula, a exemplo de outros réus da Lava Jato, tem sofrido evidentes agressões a direitos fundamentais”.
“Qualquer pessoa minimamente ilustrada em direito consegue chegar a essa conclusão. Não precisa ser uma pessoa de esquerda ou de direita. A defesa dos Direitos Humanos são questões apartidárias e que não estão ao sabor de ideologias”, afirma.
Para Rocha, é fundamental deixar claro se há ou não abusos da Operação Lava Jato, e que a vinda de Robertson pode ajudar a esclarecer a questão.
“Está se discutindo muito se há violações aos direitos fundamentais de Lula. A operação é conduzida aparentemente dentro dos limites da lei, e é preciso perceber se os direitos, não apenas do ex-presidente, mas de todos os envolvidos, estão sendo efetivamente respeitados”, explicou o professor.
“Na perspectivas de alguns juristas, certas condutas não estariam de acordo ao quadro constitucional em vigência no Brasil”, concluiu.
Por Bruno Hoffmann, para a Agência PT de Notícias

Diretor da LaMia, companhia de voo da Chape, é preso na Bolívia





Empresa é investigada após tragédia que matou 71 pessoas e deixou seis feridas na Colômbia

O diretor-geral da companhia aérea LaMia, Gustavo Vargas Gamboa, foi detido nesta terça-feira (6) junto a dois funcionários da empresa na Bolívia. A empresa é investigada após a queda do avião que levava a equipe da Chapeconese à final da Copa Sul-Americana, na Colômbia.
De acordo com informações dos jornais locais 'El Deber' e 'La Razón', Gamboa teria sido levado à sede da procuradoria de Santa Cruz com os empregados. a Aireção Geral da Aeronáutica Civil da Bolívia teria confiscado papéis e documentos da empresa. Os escritórios da empresa foram fechados.
Segundo a agência de notícias Efe, Vargas é ex-militar da Força Aérea da Bolívia que entre 2001 e 2007 foi piloto de diversos presidentes, incluindo o atual, Evo Morales. No total, o acidente com o avião da Lamia deixou 71 mortos e seis feridos.
Fonte: NMB

Governador anuncia convocação de novos delegados e escrivães e Sobradinho como vai ficar?





O governador Rui Costa anunciou, na noite de terça-feira (6), por meio do Twitter (twitter.com/costa_rui), que 51 novos delegados e escrivães serão nomeados para a Polícia Civil baiana. Os novos servidores foram aprovados no concurso público realizado em 2013 e que contemplou vagas para as carreiras de delegado, investigador e escrivão de polícia. A  população  sobradinhense  pergunta: e  Sobradinho  como  vai  ficar? o  povo  espera  que  a  terra  da  barragem  seja  comtemplado,  vamos  esperar  pra  ver.
A nomeação será publicada nesta quarta (7), no Diário Oficial do Estado (DOE). O documento a ser publicado traz os nomes dos 35 candidatos aprovados para o cargo de delegado e dos 16 direcionados à função de escrivão.  
Em novembro deste ano, o Governo do Estado nomeou 65 aprovados no concurso para peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Ainda na área da segurança pública, foram 411 agentes penitenciários nomeados em 2016.
Secom Bahia

Esposa de Sérgio Cabral desmaia ao receber ordem de prisão, em seguida a criminosa foi conduzida para Bangu onde esta seu marido, Sérgio Cabral.



Mulher de Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo desmaia ao receber noticia que estava presa, o porteiro do prédio disse ao portal Uol que a mesma passou mal ao ser avisada de que estava sendo procurada por um oficial da Justiça Federal.
“Ouvi um grito em seguida um barulho, acredito sim que o susto foi grande, ela deve ter desmaiado pelo que ouvi no interfone” disse o porteiro, em seguida a esposa do ex-governador se entrega na 7ª Vara Federal e é presa.
Em decisão, prisão preventiva da ex-primeira dama foi determinada e ex-governador virou réu. Adriana foi denunciada na Operação Calicute.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal no Rio de Janeiro, determinou na tarde desta terça-feira (6) a prisão preventiva de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral. À tarde, Adriana se entregou na sede da 7ª Vara.A decisão ocorreu após o magistrado aceitar a denúncia da Operação Calicute, do Ministério Público Federal. Por volta das 15h53, agentes da Polícia Federal chegaram ao apartamento onde Adriana morava com Cabral, no Leblon, Zona Sul da cidade.
O local logo ficou cercado por curiosos. Adriana não estava lá, mas agentes apreenderam joias e R$ 53 mil em espécime.
Às 19h, Adriana já estava na Superintedência da Polícia Federal, na Zona Portuária do Rio. De lá, ela faria exames no Instituto Médico Legal e em seguida seria levado para o Complexo de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste, onde já cumpre pena seu marido.Na mesma decisão que determinou a prisão de Adriana, o ex-governador virou réu por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e organização criminosa.

Reação do Senado é recado ao MP e Justiça





Nota de Mesa Diretora refletiu incômodo maior com liminar de Mello
Não foi apenas Renan Calheiros quem desafiou o Supremo Tribunal Federal, mas a Mesa Diretora do Senado. Nos bastidores, há contrariedade no Senado com a decisão liminar e monocrática do ministro Marco Aurélio Mello de afastar um chefe de poder.
A saída para essa crise institucional dependerá da decisão que o plenário do Supremo Tribunal Federal tomar amanhã, quando analisar a situação de Renan. Se a maioria apoiar o afastamento do peemedebista, ele e os senadores acatarão a decisão. Seria uma derrota de Renan, mas uma vitória parcial do Senado, que daria um recado à Justiça e ao Ministério Público de limites para interferir no Legislativo e no Executivo.
O Palácio do Planalto endossou a estratégia de Renan e aliados.

RENAN CALHEIROS DESMORALIZA SUPREMO SUPREMO E FICA NO CARGO




rebelião de Renan Calheiros contra o Supremo agravou o clima de confronto entre os Poderes. O peemedebista desafiou o tribunal ao ignorar a ordem para deixar a presidência do Senado. Além disso, radicalizou a crise com ataques ao ministro Marco Aurélio Mello, que determinou seu afastamento do cargo.

Chamado pelos adversários de "cangaceiro", Renan agiu, na hipótese mais benigna, como coronel de província. Insatisfeito com uma decisão judicial, resolveu desobedecê-la, como se estivesse acima da lei. Todo cidadão tem direito a reclamar da Justiça, mas não há democracia onde suas ordens são descumpridas.
O comportamento do senador é digno de uma República de Bananas. Desde a noite de segunda (5), ele se recusa a receber o oficial encarregado de notificá-lo. A birra gerou uma situação inusitada: o peemedebista deu entrevista e ajuizou um recurso contra o afastamento, mas oficialmente ainda não foi comunicado da decisão que contesta.
Encorajado pelo apoio de colegas, Renan sobrou a aposta ao acusar Marco Aurélio de "tremer na alma" quando "ouve falar em acabar com supersalários". O discurso moralizante mereceria mais atenção se o senador não fosse réu em ação por peculato (desvio de dinheiro público). Ele ainda responde a 11 inquéritos, sendo oito da Lava Jato.
Com a corda no pescoço, o peemedebista foi pedir socorro ao governo. Se o Supremo não se curvar ao coronel, a operação está fadada ao fracasso. Há duas semanas, Michel Temer se julgava capaz de manter o amigo Geddel Vieira Lima no Planalto.

Senadores tentaram acordo com STF para Renan ficar


Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

Senadores tentavam até a última hora costurar acordo com o STF (Supremo Tribunal Federal) para que Renan Calheiros (PMDB-AL) continue na presidência do Senado. A solução passaria pelo voto que o ministro Dias Toffoli levará nesta quarta (7) ao plenário, sugerindo que o peemedebista não assuma a Presidência da República em caso de ausência de Michel Temer, mas que siga onde está.
Para que o acordo vingue, ministros que já votaram pelo afastamento de réus de cargos da linha sucessória da Presidência teriam que mudar de opinião. "Ainda falta uma madrugada de conversas", dizia um magistrado na noite de terça (6) quando questionado sobre o que afinal o plenário do STF fará hoje diante da confusão.
Um dos interlocutores do Senado em busca de um acordo com o STF foi justamente Jorge Viana (PT-AC), que é vice-presidente da Casa e assumirá o cargo caso Renan seja afastado. "Por incrível que pareça, ele não quer", diz um parlamentar que convive com o petista. Viana estaria com receio de assumir o Senado em momento de grave crise.
Jorge Viana só assinou a carta da Mesa Diretora que comunicou que a decisão de Mello de afastar Renan não seria cumprida numa segunda versão, amenizada.